Testemunhamos com entusiasmo a extensa e valiosa produção teórica fruto da fértil relação entre a Psicanálise e a universidade hoje no Brasil. Reconhecemos nesta evolução um fato construtivo e de conseqüências enriquecedoras, incalculáveis para o rumo do movimento psicanalítico brasileiro.

Atentos para os efeitos secundários de domesticação e neutralização possíveis na “academização” da Psicanálise, tentamos privilegiar em nossa programação a problematização clínica e a diversidade de posicionamentos, condições de fidelidade ao espírito indagativo e questionador de uma Psicanálise viva.

Ernesto Duvidovich